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Como fazer um plano de manutenção preventiva em 6 etapas

Como fazer um plano de manutenção preventiva em 6 etapas

Uma parte importante de manter uma empresa funcionando com eficiência e lucratividade é garantir que todos os equipamentos estejam atuando de maneira ideal. Para fazer isso, uma gestão da manutenção precisa ser implementada. O objetivo aqui é evitar possíveis danos, por isso a Field vai te orientar sobre como fazer um plano de manutenção preventiva. 

Infelizmente, as verificações regulares de equipamentos passam despercebidas em certas áreas de operações de uma empresa. Principalmente porque a atenção geralmente é direcionada para questões mais urgentes.

No entanto, quando pequenas tarefas passam despercebidas por longos períodos de tempo, os problemas geralmente ocorrem. Erros de produção, acidentes de trabalho e danos aos ativos podem ocorrer. Mas só se  o acompanhamento e a manutenção cuidadosos não forem seguidos.

Uma falha em equipamentos críticos é dispendiosa tanto em reparos quanto em tempo de inatividade e atrasos na produtividade de uma empresa.

Os problemas descritos podem ser evitados com um sistema de gerenciamento de manutenção (SGM) que tem a manutenção preventiva como uma de suas principais funções.

Com um SGM implementado, as empresas podem obter uma visão panorâmica de todas as suas instalações e locais. A partir daí garantem que um cronograma de manutenção preventiva eficaz faça parte de todos os procedimentos operacionais padrão.

Aqui estão os passos de como fazer um plano de manutenção preventiva eficaz para seus equipamentos.

6 etapas para elaborar um plano de manutenção preventiva

Etapa 1: criar um plano

Antes que qualquer procedimento de manutenção preventiva seja implementado, é importante primeiro estabelecer quem estará envolvido no projeto de manutenção preventiva.

Dependendo do tamanho da empresa, as escolhas prováveis ​​podem incluir gerentes de manutenção, técnicos de manutenção e/ou pessoas dos departamentos de contabilidade ou finanças.

Além disso, é essencial que os membros da equipe estejam totalmente envolvidos no desenvolvimento do programa. O objetivo aqui é para que a implementação do plano de manutenção possa ser bem-sucedida.

Um aspecto final da criação de um plano de manutenção preventiva é determinar uma meta para o projeto.

Exemplos de objetivos do projeto de manutenção são:

  • reduzir os custos de manutenção reativa ou corretiva em X%;
  • diminuir o tempo de inatividade do equipamento em X%.

Etapa 2: realizar um inventário de todos os equipamentos/ativos

O aspecto mais demorado de fazer um plano de manutenção preventiva envolve ir a campo e criar um inventário de todos os equipamentos aplicáveis.

Embora seja um exercício tedioso, é um exercício importante, pois garante que as verificações preventivas possam ser realizadas rotineiramente em todos os equipamentos de operação relevantes.

Como parte desta tarefa, é importante tomar nota:

  • do equipamento marca/modelo;
  • números de série;
  • especificações;
  • números de identificação de ativos;
  • localizações fixas.

Finalmente, documentar a condição atual do equipamento pode ajudar a priorizar sua importância como parte de um programa de manutenção preventiva.

Etapa 3: criar procedimentos de manutenção preventiva

Uma vez que uma lista de equipamentos tenha sido feita, o próximo passo de como fazer um plano de manutenção preventiva é determinar as tarefas. Ou ainda trabalhos necessários para manter cada um deles. E também a frequência com que essas tarefas devem ocorrer (ou seja, semanal, mensal, trimestral, semestral, anualmente). 

Pode haver momentos em que a manutenção preventiva é mais adequada para ser programada em horários de execução, enquanto que para outros equipamentos, a manutenção do tempo de inatividade pode ser mais benéfica.

Seja qual for o caso, é importante observar esses diferentes cenários de cronograma. E, ao mesmo tempo, estimar quanto tempo será necessário para executar a manutenção.

A maioria dos programas de manutenção preventiva acomoda os cronogramas com base nas horas de tempo de execução. Mas ter conhecimento prévio da frequência com que isso ocorre ajudará no processo de agendamento de uma empresa.

Os procedimentos de manutenção preventiva podem ser determinados com base em experiências anteriores de manutenção corretiva ou consultando os manuais do proprietário, as recomendações do fabricante e as técnicas padrão do setor.

Uma parte importante da criação de procedimentos de manutenção preventiva também está em fazer uma lista de ferramentas, bem como um planejamento de recursos internos e externos que podem ser necessários para concluir cada tarefa.

Em resumo, um plano de manutenção preventiva deve incluir o seguinte:

  • uma lista de peças;
  • procedimentos operacionais padrão;
  • procedimentos de segurança/bloqueio;
  • tempo estimado para conclusão.

Leia também: 4 fases da construção do checklist de manutenção preventiva.

Etapa 4: criar um calendário de manutenção preventiva

Agendar uma manutenção preventiva desempenha um papel fundamental na operação de uma empresa. Uma vez que isso ocorrerá regularmente e envolverá tempo, energia e força de trabalho para ser concluído.

Ao criar um cronograma de manutenção preventiva, é importante fazer uma lista de itens de alta prioridade. Estes serão os pontos de partida.

Os programas de manutenção preventiva levam tempo para serem criados e é melhor agendar a manutenção de prioridade mais alta antes de sobrecarregar a equipe com as de baixa prioridade.

As metas iniciais de manutenção preventiva estabelecidas direcionarão quais ativos devem ser priorizados. Por exemplo, é importante identificar qual equipamento é mais custoso para uma empresa em relação a reparos, tempo de inatividade e valor para as operações.

Uma vez identificados os itens de alta prioridade, recomenda-se começar por programar primeiro as manutenções de longo prazo do plano de manutenção (ou seja, anual, semestral, trimestral).

Longo prazo

Equipamentos que requerem manutenção preventiva de longo prazo geralmente requerem mais tempo e recursos. Por isso, o agendamento pode ser melhor durante períodos específicos do ano (exemplo: desligamento, no início da estação de aquecimento/resfriamento).  

Uma vez concluída a manutenção a longo prazo de alta prioridade, o agendamento de itens de curto prazo (ou seja, semanal, mensal, etc.) e de baixa prioridade deve ser seguido.

Como essas manutenções preventivas geralmente exigem menos tempo, elas também podem preencher com facilidade as lacunas entre a manutenção preventiva de longo prazo e alta prioridade.

É importante planejar de forma realista os cronogramas de manutenção preventiva. Com isso, estabelecer um equilíbrio entre a manutenção preventiva e o tempo necessário para abordar a manutenção corretiva ou de emergência, bem como outros projetos que provavelmente surgirão.

Etapa 5: treinar a equipe

Embora o desenvolvimento de um programa de manutenção preventiva possa ser uma tarefa difícil, a implementação ou adoção adequada do programa é crucial.

É essencial que as empresas priorizem o treinamento de sua equipe de manutenção, pois são os principais usuários do sistema.

Ter membros da equipe treinados para usar um programa inserindo corretamente o tempo efetivamente gasto, peças usadas, identificando deficiências ou problemas encontrados aumenta a probabilidade de que os resultados sejam positivos.

Etapa 6: Analisar – Ajustar – Melhorar

As empresas são dinâmicas e seus ativos de equipamento também. Por isso, é importante sempre analisar os resultados de um programa de manutenção preventiva e ajustá-lo ou melhorá-lo conforme necessário.

Os programas de manutenção preventiva podem ajudar as empresas a determinar rapidamente os equipamentos que exigem mais tempo e dinheiro do que outros. Aonde isso levar? A ajustes no procedimento/cronograma de manutenção preventiva.

Ajustes e melhorias nos programas de manutenção preventiva podem ser orientados por consultas e sugestões da equipe.

Sem dúvida, desenvolver e implementar um programa de manutenção preventiva requer tempo e energia.

No entanto, uma vez em funcionamento com a equipe treinada para utilizá-lo, os benefícios da manutenção preventiva automatizada superam em muito os custos associados à manutenção reativa ou de emergência.  Geralmente, resultam em tempo de inatividade imprevisto, substituição de equipamentos e interrupção da operação.

Já que você chegou até aqui… 

Ter um sistema em funcionamento que monitore os ativos da empresa possibilita a programação flexível de manutenção. O resultado é economia de tempo, dinheiro e energia.

Agora que você já sabe como fazer um plano de manutenção preventiva pode começar a implementação de forma correta. Configure tarefas rápidas e fáceis que podem resultar em ganhos com um ROI mensurável. Isso estabelecerá tração e, antes que você perceba, suas operações de manutenção estarão funcionando mais suavemente do que nunca.

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